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sábado, 14 de julho de 2012

Honestidade

Eu raramente assisto televisão, quando a vejo é por mero acaso. Acaso esse que me levou a assistir uma matéria sobre o casal, Rejaniel e Sandra, moradores de rua - catadores de papelão, que devolveram R$ 20 mil roubados para a polícia. O dinheiro era de um restaurante. Por conta da honestidade, hoje rara entre as pessoas, a vida do casal mudou completamente. O nobre ato tocou os donos do restaurante que ofereceram emprego e moradia a eles além de duas viagens para que visitem a família. Eu sinceramente me emocionei com essa história. Ela demonstra que ser pobre não é sinônimo de ser desonesto como muitos pensam. A pobreza não cria bandidos, não faz corruptos, tampouco torna alguém impudico. A grandeza da decência e da integridade seja ela de pobres ou de ricos está na alma e não no bolso. Se o meio corrompe as pessoas, é por que essas se deixam levar pelo seu estado de espírito, pela sua sensatez ou insensatez. Afinal, os valores nascem conosco, são partes da alma e somos nós que os omitimos ou os subtraímos de nós mesmos. Tornamos-nos infames pelo livre arbítrio que temos e não pela nossa condição social. A história desse casal prova isso. Eles não tinham nada, aliás, tinham no bolso uma moeda de um real e não se corromperam ao ver tanto dinheiro, fizeram o correto porque são corretos. Então essa ideia de que pobreza faz desonestos miseráveis é injuriosa e errônea.  Eu diria sim que a penúria indigente de espírito é que vira o mundo de pernas por ar, criando bandidos, criminosos, malandros e podres de valores.

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