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sábado, 26 de janeiro de 2013

Pela hora da morte


Em Belém, o único cemitério público da cidade enfrente um grande problema, não há mais espaço para sepultamentos. E se por acaso alguém quiser fazê-lo tem que agendar com antecedência para que algum corpo seja exumado. Vê se pode? Segundo a prefeitura, devido a enorme área alagada da cidade, há muita dificuldade em se fazer outro cemitério. Mas o problema não é só em Belém não, morrer hoje em dia custa caro, em São Paulo e no Rio de Janeiro, por exemplo, o metro quadrado de terra no cemitério está mais caro do que nos bairros nobres. O problema maior é que as ações decorridas em função da morte não se limitam apenas ao pedaço de chão onde vai ser enterrado o corpo, há de se arcar ainda com tudo que compõe um velório e está tudo pela hora da morte. O que fazer no momento que não se tem cabeça pra nada? Com a morte, o defunto - tá certo - descansa paz dando início ao tormento dos vivos que sofrem pela dor da perda e pelo peso no bolso. O pior de tudo é que cedo ou tarde ela, a morte, chega. As lágrimas caem e o dinheiro vai.    

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