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sábado, 23 de março de 2013

O direito de viver

O Conselho Federal de Medicina (CFM) informou, na última quarta-feira (20), que vai solicitar ao Senado que as mulheres tenham autonomia para abortar até a 12ª semana de gestação. De acordo com o Conselho o feto não sente dor até esse período porque o sistema nervoso central não está completamente formado. O presidente do CFM, Roberto D’Ávila, afirmou que o órgão deseja iniciar uma discussão sobre o tema e que outros setores da sociedade se juntem a essa missão. D'Ávila ressaltou, no entanto, que o Conselho não é a favor do aborto, mas que defende a liberdade de escolha da mulher. "Não estamos autorizando os profissionais a fazer a interrupção da gravidez nos casos que não estão previstos em lei. Queremos é que a lei seja alterada", reforçou o presidente do CFM. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e o Movimento Brasil Sem Abordo discordam com a proposta uma vez que o procedimento, segundo eles, está na contra mão da vida. Bom, há uma contradição com relação à posição do CFM ao dizer que não autorizam profissionais a fazerem o aborto mais apoiam que a mulher decida por fazê-lo. Justificam ainda que legalizado evitaria a morte de mulheres que se submetem a procedimentos clandestinos. Mas, e a vida gerada dentro do útero? Está não tem importância? Parece que não. E esse assassinato está sendo ao que tudo indica apoiado pelos médicos, profissionais que deveriam zelar acima de tudo pela vida. Vida, que é um direito garantido desde a concepção pela Constituição Federal. Aqui, nesse caso, fere-se a Lei, fere-se a dignidade de valores, fere-se a humanidade. Espero que a Comissão que discute a Reforma do Código Penal e que analisará a proposta do CFM não aprove o abominável texto sobre o aborto, mesmo porque o direito de viver não pode ser decidido pela escolha irresponsável de quem deveria usar meios anticonceptivos antes de sair pelo mundo procriando como animais irracionais.

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