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O presente blog foi criado para abordar temáticas relevantes em âmbito social dando ênfase aos cenários político, educacional e cultural, para que eu pudesse esboçar comentários, críticas, elogios e artigos explanando minha opinião com o objetivo de incitar no leitor o senso crítico de opinar, tão importante para o exercício de sua cidadania. Nesse espaço serão feitas postagens sempre que necessário, em especial aos sábados e domingos. Poderá haver também, uma enquete relacionada ao tema abordado para que o leitor possa votar. Além disso, o mesmo poderá expressar sua opinião no campo “comentário”, porém estes comentários serão analisados pelo administrador do blog evitando assim certos tipos de constrangimentos. Deixo claro e ajustado que este não é um instrumento para promoção sejam elas quais forem e dessa forma repudio todo o tipo de censura. Por fim, para dar respaldo as minhas ideias e pensamentos tomo por base os artigos 1º, 5º e 220º da Constituição brasileira de 1988 que tratam da liberdade de expressão.


sábado, 8 de junho de 2013

"Eu sou feliz sendo prostituta"

O Ministério da Saúde retirou a campanha lançada na Internet no Dia Internacional das Prostitutas, 2 de junho, cujo lema era “Eu sou feliz sendo prostituta” que visava, além de incentivar o uso de preservativo, levar as profissionais do sexo a não terem vergonha de procurar tratamento médico para doenças transmitidas sexualmente. Colocada na página online do Ministério da Saúde e nas redes sociais, a campanha foi imediatamente alvo de duras críticas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do Partido dos Trabalhadores que é apontado como possível candidato a governador de São Paulo, assegurou através da rede social Twitter que a campanha tinha sido lançada sem o seu consentimento. Padilha acrescentou que a decisão de retirar a campanha nada tinha a ver com as críticas de que foi alvo. Meu respeito às prostitutas à parte cabe aqui um questionamento: Ministério da Saúde fazendo apologia à prostituição? Incoerente não? Uma vez que a mesma entidade luta duramente contra a prostituição, a citar a infantil, por exemplo. Além disso, o lema “Eu sou feliz sendo prostituta” soa mais como um slogan bombástico de propaganda do que uma certeza de quem ganha à vida por meio do sexo. Garanto que se essas mesmas profissionais tivessem acesso a Educação de qualidade tendo como resultante uma boa formação profissional e consequentemente um emprego, digamos, digno que lhes suprissem sua vida em sociedade em nenhuma hipótese a tal frase seria motivo de orgulho. E que não venham dizer que meu comentário soa moralista porque ninguém trocaria um emprego “decente” pela vergonhosa exploração do seu corpo através da prostituição. Fez bem o ministro cancelar esta campanha ainda mais em tempos tão polêmicos e inclusive, no caso dele, eleitorais não é mesmo? 

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