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sábado, 5 de outubro de 2013

Voto facultativo

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou nesta quarta-feira (02), por dezesseis votos a seis, a proposta de emenda à Constituição que tornava facultativo o voto no país. Os senadores recusaram o parecer do senador Pedro Taques (PDT-MT), favorável ao fim do voto obrigatório nas eleições. Pelo parecer à PEC apresentada pelo senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Pedro Taques buscava tornar o alistamento eleitoral obrigatório para maiores de 18 anos e o voto facultativo para todos os alistados, a partir dos 16 anos de idade.  Já era de se esperar tal rejeição por parte dos senadores, o que em minha opinião, é um descabido retrocesso para um país que enche a boca pra se dizer DEMOCRÁTICO. Incoerente! Como podemos falar de democracia se as Leis impõem o voto como obrigação a partir da maioridade? Como podemos falar de democracia se tiramos o povo de suas casas, para que os mesmos não sofram as sanções previstas em lei, para então ir às urnas inconscientemente?Democrático seria a faculdade ao voto como já o fazem em muitos países, dessa forma sim, Educação, Saúde, Segurança, por exemplo, seriam prioridades políticas direcionadas para o bem comum e não chavões para obtenção de votos. O voto facultativo elevaria o status do Brasil e reduziram se não toda, mas boa parte da corrupção entranhada na veia política da nação. Sem falar, que acabaria com o voto dos despreparados para tal exercício e que caem facilmente no conto do vigário, na boca de urna estimulada pelo poder econômico, no voto nulo ou em branco. A imposição ao voto, no meu ver, só interessa a quem dele faz sua arma para manipular as massas ao comprá-las com esmolas e favores, muitos eleitores vão às urnas – a bem se sabe – votar por votar. Agora, se o ato dito democrático, fosse realmente democrático e facultativo a população, traria não só um melhor eleitorado as urnas como garantiria também melhor qualidade aos eleitos. Mas cá entre nós, por que haveriam de tornar o voto facultativo se é a ignorância e obrigatoriedade do instrumento que elegem os compromissados políticos desse Brasil.

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